Sábado, 31 de Janeiro de 2015

A frase mágica do dia

“A qualidade dos nossos pensamentos, determina o nosso grau de felicidade.”

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:30

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Sexta-feira, 30 de Janeiro de 2015

Um pensamento meu

Aproveita e saboreia cada pequeno momento, porque por pouco que seja, nunca o é, é único e irrepetível. Sente-o na tua alma, vive cada segundo intensamente, porque esse momento é teu. Porque depois de o viveres, nada nem ninguém, nem sequer o tempo te poderá roubar esse momento, porque será sempre teu dentro de ti e nas tuas memórias!

publicado por Ana Cristina Gomes às 15:01

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A frase mágica do dia

“Quanto menos falamos, mais somos escutados.” 

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:30

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Quinta-feira, 29 de Janeiro de 2015

A frase mágica do dia

“Preencha cada pensamento com determinação, cada passo com coragem e cada palavra com amor.” 

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:30

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Quarta-feira, 28 de Janeiro de 2015

O meu esboço de sonho

esboço de um sonho.png

Quem de nós não tem sonhos? Quem não tem que se acuse! Mas quem não tem sonhos, não vive, não luta, não se levanta depois de cair. Quem não tem sonhos, não tem nada a que se agarrar neste percurso de estrada que é a vida. Maiores ou menores, mais ou menos difíceis de concretizar o sonho faz parte de nós, e devemos a esse sonho a capacidade e a força para o realizar. Alguns deles nunca passarão disso mesmo, de sonhos, eternos sonhos. A utopia da realidade. No entanto há outros que se vão esboçando, nos fazem sorrir e nunca desistir. Tenho os meus sonhos, alguns deles são mais que utopias, mas existem outros sonhos que com luta e persistência vão ganhando forma. Um desses sonhos já se tornou um esboço, à espera de tornar ainda mais realidade. Adoro escrever, amo poesia, e numa oportunidade que não podia desperdiçar consegui ter o meu pequeno livro de poesia editado. Um momento inesquecível. Um sorriso nas palavras. Algo que será sempre meu.


Deixo-vos um pequeno excerto do prefácio que é reflexo deste meu pequeno esboço de sonho:


“Lembro-me dos livros, dos riscos, daquilo que achava que eram as letras, mesmo antes de me conhecer a mim mesma. Cresci e li. Cresci e aprendi. Cresci e apaixonei-me por esta paixão sem explicação que é escrever.
Aprendi a ler com os poetas. Quis ser poeta. Perceber como se escrevem aquelas palavras quando um coração chora e uma alma uiva de dor. Quis sentir como se sente um poeta. Uma alma ferida, uma alma incompleta que se completa na incerteza de ser. Quis viver nas palavras, adormecer nos poemas. Olhar as estrelas e ler nelas um poema de amor. Ser poeta a tempo inteiro, esse sonho que acorda em mim e que acompanha os meus passos. Poesia, poemas, nada de rimas, apenas a essência de uma alma sincera na sinceridade do que escreve. Uma alma despida de adereços.
Escrevo para mim. Escrevo para recordar os momentos. Escrevo na terapia da alma. Uma escrita solitária. Uma escrita de uma só pessoa. Uma escrita sem público. (…) Porque hoje somos uma palavra, amanhã apenas o pó que fica da velocidade estonteante de uma escrita sem paragens. Por isso escrevo esta peça de teatro com o meu nome para transformar este esboço de sonho numa vida vivida, numa vida sonhada e nunca numa mera vida de passagem.”

Deixo-vos também um poema que faz parte do livro:

O esquecimento
Que aviva a memória.
As lembranças
Que ateiam a fogueira das recordações.
Fugir
E ver o passado à frente.
Querer estar perto de ti
Para abandonar o teu coração.
As minhas lágrimas
No teu sorriso.
O meu sonho
No teu pesadelo.
Um beijo teu
Para não mais te amar.
Ver-te
Para não te sentir.
Estar preparada
Para não conseguir
Ver a luz do sol sem o teu sorriso.
Ter de sair do autocarro
E querer continuar sem paragens.
Esquecer
Para me lembrar
Do desejo de ser
Que tem de desaparecer.

O livro está disponível em (ou entrem em contacto comigo)
Livro:
http://www.poesiafaclube.com/store/ana-cristina-gomes-esboco-de-um-sonho

Ebook:
http://www.poesiafaclube.com/store/esboco-de-um-sonho-de-ana-cristina-gomes

 

 

publicado por Ana Cristina Gomes às 20:36

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A frase mágica do dia

“O melhor momento para acordar tanto o corpo como a mente, é cedo pela manhã; estamos frescos e as vibrações do mundo são calmas. Não é surpreendente ver yogis experientes acordarem de madrugada, convidando o sol a brilhar no coração da alma. A primeira meia hora de consciência alerta, será o alicerce do seu dia. Comece cedo o seu dia. Medite, acenda o botão da sua consciência, e calibre a sua energia para o dia. Ficará surpreendido com a diferença que esta prática faz.” 

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:30

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Terça-feira, 27 de Janeiro de 2015

A frase mágica do dia

“O silêncio dá descanso à mente, o que significa dar descanso ao corpo também. Às vezes, o descanso é o único remédio necessário.” 

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:30

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Segunda-feira, 26 de Janeiro de 2015

A rapariga que roubava livros de Markus Zusak

Pouco passa das 23h30, e aqui estou eu de coração apertado depois de ter lido as últimas páginas de A Rapariga que roubava livros. Quem diria que me ia envolver assim tanto na história, a ponto de no final sentir a dor da personagem e não conseguir conter que uma lágrima espreitasse? Um dos motivos que me levou a ler este livro foi o facto de ter como cenário a 2ª guerra mundial, triste acontecimento da história da humanidade, mas cuja envolvência me fascina. Ao começar a correr as primeiras linhas, achei que não ia gostar, pois apresentam-me a morte como narradora, pensando que podiam ser palavras demasiado pesadas. No entanto à medida que ia conhecendo Liesel Meminger, a sua história, as personagens à sua volta foi impossível não me apaixonar por esta menina que roubava livros porque amava as palavras, e foram essas palavras que a salvaram da morte no bombardeamento que dizimou a sua rua. Nesse fim trágico onde as pessoas que Liesel amava morrem como os seus pais adotivos, que a acolheram depois de perder a mãe e o irmão. O seu papá que a ensina a ler, a sua nova mãe, de temperamento duro, mas que no fundo o seu coração é luz. O eterno amigo de Liesel, Rudy Steiner, o seu parceiro em tantas aventuras, que morre sem um beijo da sua amada. E outras personagens sem a qual a história não viveria, e que nelas é retratada a crueldade desta fase negra da nossa história mais recente. Falta apenas referir uma importante personagem, Max Vanderburg, um judeu acolhido pela família Hubermann (Hans e Rosa) que sobrevive na cave e que cria uma ligação muito profunda e intensa com Lisa através das palavras. É emocionante vê-la a ler para Max enquanto este está em coma. E como ela lhe faz o relato do mundo exterior. Que simplicidade tão enternecedora e cruel. Max escreve-lhe uma pequena história que a inspira, quando este tem de fugir, para Liesel escrever a sua própria história. A história que nos é contada pela morte e pela sua visão que se torna mais profunda no bombardeamento da Rua Himmel, com a narradora também a ficar triste por este desfecho. Triste, só de me relembrar sinto uma grande emoção, numa beleza literária ao escolher as palavras certas que nos emocionam. Uma história simples de uma menina simples, no meio da 2ª guerra mundial, que fascina qualquer um. E sendo uma época de carnifica injustificada, justifica-se que seja a morte, a narradora desta história que comove, que nos fazer sorrir e chorar.

a rapariga que roubava livros.png

 

 

publicado por Ana Cristina Gomes às 09:20

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A frase mágica do dia

"Todos os dias, leia um pensamento positivo e pense sobre ele, assim a cada dia tornar-se-á mais rico interiormente.” Autor Desconhecido

publicado por Ana Cristina Gomes às 08:00

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Domingo, 25 de Janeiro de 2015

Que amor é este?

Que amor é este que sinto? Um tudo ou nada na balança das emoções!
Que amor é este o de amar um outro tão diferente de mim? Que amor é este se somos a lua e o sol, que nos tocamos num amor que se separa? Onde cada diferença me faz amar mais e mais! Onde a diferença me poria a percorrer o infinito só para te ver sorrir.
Que amor é este que sinto que não era suposto sentir, mas sinto, não fujo e não escondo a cor da minha alma que se pinta com o teu olhar em mim? Como é possível sentir e voltar a sentir uma paixão que nasce a cada segundo, que se renova na impossibilidade de o ser?
Que amor é este que sinto e que de tão intenso sinto a sua intensidade no bater do meu coração só de darmos a mão?
Que amor é este que vive num abraço que não sei quando se voltará a repetir? Um amor e um beijo na noite que chega. O silêncio que nos abraça e a chuva que nos molha.
Que amor é este sentir o teu perfume só de fechar os olhos? Fechar os olhos e sentir-te aqui, não querer abrir os olhos, só se tivesses aqui no dia que amanhece.
Que amor é este que sinto no desejo ardente da paixão de sermos um corpo e uma alma?
Que amor é este que nem o tempo nem a distância apagam, que apenas o tempo e a distância o tornam eterno dentro de mim?
Que amor é este que sinto por ti, mas que não conhecerá a velhice? Um amor que sei que não voltarei a sentir, uma emoção única que nenhum outro o fará sentir. Sei que não estou enganada, daqui a muitos anos quando voltar a ler isto, o amor não morreu, podemos estar longe mas estarás comigo. Este amor que sinto já nasceu comigo e nunca me abandonará.
Que amor é este que torna cada segundo único e especial, que me faz sentir que viver valeu a pena? Que amor é este que fica nas pequenas mas grandes recordações dos pequenos momentos que nem o esquecimento me fará esquecer?
Que amor é este que ao fazer a coisa errada estou a fazer o certo que o destino escreveu antes de nos termos encontrado?
Que amor é este que sinto onde anseio apenas a oportunidade de tentarmos ser felizes lado a lado no amanhecer do anoitecer que é a vida?
Que amor é este que escava o meu ser? Que amor é este entra na profundidade da minha alma?
Que amor é este que nas lágrimas me tornou ainda mais forte? Que amor é este que ao amar-te me conheço cada vez melhor?
Que amor é este que me faz escrever estas palavras quando o meu pensamento ficou contigo onde quer que estejas?
Que amor é este que é um sonho? Um grande e único sonho! O sonho da vida! O sonho que não passará de um mero sonho que vivo nos pequenos segundos ao pé de ti na incerteza do amanhã que não conheço, mas na certeza que sempre o será nem que seja nas lágrimas que me farão companhia das recordações de nós no eu e tu que por momentos pudemos ser.

 

 

publicado por Ana Cristina Gomes às 17:38

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