Sexta-feira, 30 de Outubro de 2015

"O Último Papa" de Luís Miguel Rocha

Já era demasiado o tempo que tinha este livro na minha lista de livros a ler. Já o tinha agarrado por diversas vezes mas sem nunca começar a sua leitura. Mas em março deste ano de 2015, as palavras de Luís Miguel Rocha silenciaram-se, mas as palavras dos seus livros para sempre ficarão. Por isso sentia-me em dívida para com este autor português que figura nos tops dos best sellers internacionais.
Assim numa 2ªf, antes de sair de casa, lá pus o livro no saco para iniciar a sua leitura nos trajetos matinais. Um embate nas suas palavras, no seu modo escrita, a tocar o prazenteiro, quase como se falasse em discurso direto com o leitor, enquanto narrava a história. Primeiro estranhei mas com o avançar da leitura, tornou-se uma marca da sua escrita.
Este livro baseia-se na morte do Papa João Paulo I em 1978, em que muitas teorias sobre a sua morte vieram a conhecimento público. Um Papa com um reinado demasiado breve, de apenas 33 dias, levantou suspeitas e Luís Miguel Rocha, vem neste livro mostrar mais uma teoria sobre o possível assassinato de Albino Luciani (nome do Papa) para abafar muitas das suas descobertas no Vaticano. A força da maçonaria, a lavagem de dinheiro, a corrupção, tudo potenciais razões para o seu precoce desaparecimento. Mas vamos alhear-nos desta dúvida e vamos focar-nos na história, embora com personagens reais, são misturadas com a ficção, e é na ficção que nos vamos concentrar.
Sarah Monteiro, uma jornalista portuguesa e viver em Londres, acabada de regressar de férias da sua terra natal, recebe uma carta suspeita com uma lista de nomes e códigos, onde consta o seu pai. O incendiar do rastilho do suspense que nos vai acompanhar durante o livro. A fuga de quem a quer matar, as dúvidas pelo seu pai estar naquela lista. Todo o mundo de Sarah começa a colapsar naquele momento. Para fugir, nem ela sabe bem a quem (numa fase inicial), vai ter a ajuda de Rafael, alguém com uma personalidade enigmática que Sarah não consegue descortinar com facilidade. Uma espécie de herói ao mesmo tempo que é assassino. Quem será este Rafael que ajuda Sarah? No final a resposta será surpreendente.
Todo a história decorre em contra relógio entre fugir, salvar os papéis com a referida lista. Mais personagens terão palco neste livro. Vilões, religiosos, haverá espaço para eles. Muitos acontecimentos que nos fazem não querer parar de ler, porque a questão nunca nos abandona: será que Sarah e Rafael vão sobreviver a estes vilões?
Se ficaram curiosos, o livro vos dirá aquilo que aqui não vos consigo descrever tal é a intensidade de certas situações e porque em muitas delas ficamos de respiração interrompida.
As tardes de domingo pintadas de um céu negro que molham a janela na chuva que trazem consigo estão a chegar no inverno que se avizinha. Sem dúvida o cenário ideal para a leitura deste livro que nos agarra até lermos o último parágrafo e conseguirmos, por fim, respirar de alívio!
Ao lado de “O Último Papa” a fazer-lhe companhia está “A Mentira Sagrada” que em breve também fará parte da minha coleção de livros lidos.

O-ultimo-papa.jpg

publicado por Ana Cristina Gomes às 15:47

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O Reiki em poema nas palavras do Imperador Meiji

«Aquele pinheiro, que com paciência cresceu entre a neve e a tempestade, parece-me o mais valioso.»

publicado por Ana Cristina Gomes às 09:48

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Quinta-feira, 29 de Outubro de 2015

Um pensamento meu

Encontro-me para me encontrares.

publicado por Ana Cristina Gomes às 11:05

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O Reiki em poema nas palavras do Imperador Meiji

«O melhor seria não seguires pelo caminho mais perigoso, mesmo que penses que assim chegarias mais depressa ao destino.»

publicado por Ana Cristina Gomes às 09:48

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Segunda-feira, 26 de Outubro de 2015

O Reiki em poema nas palavras do Imperador Meiji

«Tão alta parece a montanha que arranha o grande céu. Se não te deres por vencido e começares a subir, por certo encontrarás um caminho.»

publicado por Ana Cristina Gomes às 09:47

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Terça-feira, 20 de Outubro de 2015

O Reiki em poema nas palavras do Imperador Meiji

«És belo assim na tua simplicidade quando te ocupas da caridade.»

publicado por Ana Cristina Gomes às 22:51

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Domingo, 18 de Outubro de 2015

Mais uma Missão Sorriso cumprida!

Um fim-de-semana de mau tempo, mas em que a chuva não arrefeceu os sorrisos nem o vento levou com a ele a generosidade de tantas e tantas pessoas que mais uma vez participaram na Missão Sorriso. Embora o naming da campanha tenha sido alterado para Missão Continente, para mim será sempre a Missão Sorriso, pois a essência é levar sorrisos a quem mais precisa, neste caso em forma de alimentação.
Mais uma vez vesti com muito orgulho esta camisola, que já é parte da minha pele. Logo pela manhã, lá estava eu na porta do Continente para dar e receber generosidade. Sentir a bondade nos outros que não se esquecem que nada é certo, que nada no amanhã é garantido. Porque não estamos ali apenas a distribuir e recolher sacos, estamos a crescer nas conversas com os outros que vamos conhecendo, em que cada um nos ensina mais alguma coisa. Saio dali uma pessoa muito mais rica. E isso não tem preço. Não é um domingo perdido, é um domingo que ganhei mais de mim. Os minutos no relógio voam, as dores nas costas não ficam e o frio que entra pela porta não consegue penetrar num coração cheio. Pois é assim que me sinto depois de uma campanha de recolha, de coração cheio e inundado de sorrisos. Os sorrisos daqueles que na sua generosidade contribuem, os sorrisos dos colegas voluntários, e os sorrisos de quem vai receber estes donativos. Porque a vida é uma Missão Sorriso!

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publicado por Ana Cristina Gomes às 17:27

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Sábado, 17 de Outubro de 2015

Nome de Código Leoparda de Ken Follett

Mais um livro de suspense do mestre da escrita, Ken Follett em “Nome de Código Leoparda” cujo cenário são as duas semanas que antecedem o Dia D, o dia que em que numa guerra sangrenta e destruidora de locais e almas começou a ser escrito o seu desfecho. Para esse momento, em muito contribuiu este grupo da Resistência Francesa, um grupo muito especial, pois era apenas constituído por mulheres. Follett agarrou num facto verídico e transfonou-o numa excelente história de suspense e de cortar a respiração.
O objetivo deste grupo de mulheres é invadir um castelo que alberga uma importante central telefónica, de modo a destruir um ponto vital para o movimento do exército alemão.
Flick, cujo nome de código é Leoparda é a líder deste conjunto de mulheres que vão iniciar uma luta contra o tempo para se infiltrarem no castelo. Em pouco mais de uma semana, estas mulheres vão ser treinadas e defrontadas com a realidade militar que muitas desconhecem. Uma escrita descrita em tempo real que nos situa atrás deste grupo como se o estivéssemos a perseguir.
Conseguirão alcançar o seu objetivo? Quais irão sobreviver?
As respostas estão no livro! Uma leitura para um fim-de-semana de chuva!

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publicado por Ana Cristina Gomes às 13:52

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Para reflexão

«O silêncio revela o grau de evolução dos seres. Por isso, nos vossos gestos, nas vossas atividades, em todas as vossas manifestações quotidianas, aprendei a amar e a cultivar o silêncio. Por que é que as pessoas se deixam arrastar para situações em que falam alto, gritam, empurram os objetos, batem com as portas? São comportamentos desagradáveis para aqueles que as rodeiam e igualmente nocivos para elas. Mas será que elas se apercebem disso? A maior parte, não. Tal como são, assim se manifestam; acham-se muito bem assim e os outros só têm é que suportá-las. Pois bem, eis um egoísmo muito prejudicial para a sua evolução.
Tende, pois, o cuidado de não perturbar os outros fazendo barulho. Assim desenvolvereis qualidades de atenção, de sensibilidade, de delicadeza, e criareis em vós as melhores condições para entrar em contacto com as correntes e as entidades do mundo da luz.»
Omraam Mikhaël Aïvanhov

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publicado por Ana Cristina Gomes às 12:33

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Sexta-feira, 16 de Outubro de 2015

O Reiki em poema nas palavras do Imperador Meiji

«Olha sempre para dentro de ti mesmo. Caso contrário, não será raro que, quando deres por ti, te sintas perdido e a cometer erros.»

publicado por Ana Cristina Gomes às 09:52

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