Segunda-feira, 30 de Novembro de 2015

A descoberta maravilhosa do Ballet

O ballet nunca teve no topo dos meus interesses e nunca fiz muita pressão para assistir a um espetáculo. Também tal nunca se tinha proporcionado. Mas fruto de outras influências, de querer abrir horizontes, de realizar novas descobertas, que assistir in loco e não na televisão às coreografias ensaiadas de ballet passou a ser uma espécie de objetivo. Procurar a oportunidade certa e ser capaz de agarrar passou a fazer parte da minha lista. Depois de algumas tentativas falhadas, por vários motivos, desde a data ao horário da sessão, impossibilitaram a minha ida a uma sala de espetáculos.
Mas numa tarde de inverno, em que o sol aquecia a entrada no átrio para ser parte do aquecimento dos bailarinos, fui descobrir uma arte! Uma arte que devia ser valorizada pelos governantes, porque nem só de futebol vive o povo português. Existe um mundo artístico por explorar e por chegar a tantas pessoas que o desconhecem. Era um favor que faziam levar a arte a todos! Porque a arte ajuda a mente a viver a sentir-se saudável!
Ao assistir a quase 3h de uma sessão de ballet, foi uma corrente de uma suave adrenalina que senti a correr nas minhas veias. A sintonia dos passos dos bailarinos, a emoção da alma na dança e a dança do coração fizeram aquele tempo voar como um salto entre dois corpos se agarravam e se soltavam num tic tac sincronizado. A intensidade da música nos pés e braços, coração de um bailarino que os usa para expressar todo o sentimento que vive em si.
Sou uma apaixonada por palavras para expressar o que sou, mas no ballet não são precisas palavras, a palavra é o corpo que escreve a nossa alma. Sai de lá emocionada, com uma pequena lágrima a espreitar, porque quem sente a arte seja nas palavras, vai sempre sentir a arte nas suas mais variadas formas de expressão.
Entrei no espetáculo de ballet apenas pela curiosidade de ver como era, de descobrir a sua essência e sai encantada e apaixonada pela capacidade de expressar a emoção do espírito através do corpo no dançar de uma dança!

ballet.jpg

publicado por Ana Cristina Gomes às 22:40

link do post | comentar | favorito
|

O Reiki em poema nas palavras do Imperador Meiji

«Devo polir o meu eu mais e mais para usar o coração claro e brilhante do outro como espelho.»

publicado por Ana Cristina Gomes às 09:40

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

A frase mágica do dia

"Queremos ser felizes o tempo todo, mesmo durante os nossos sonhos. Como podemos fazê-lo? Através do treino da meditação, porque a meditação faz com que a nossa mente fique tranquila, e, quando a nossa mente está em paz, estamos felizes todo o tempo, mesmo que as nossas condições externas sejam pobres."         Geshe Kelsang Gyatso

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

link do post | comentar | favorito
|
Domingo, 29 de Novembro de 2015

O Pai Natal chegou mais cedo!

O Pai Natal chegou mais cedo e não desceu a chaminé, mas veio via CTT! Bem, não foi propriamente o Pai Natal que o carteiro trouxe esta semana, mas sim as prendinhas mimosas da minha madrinha natalícia, por isso pode não se chamar de Nicolau, ter barbas e ser mundialmente conhecida como Pai Natal, mas é como se fosse. O simbolismo é idêntico!
A minha paixão por livros e pelas palavras não me trazem apenas novos autores, novas histórias, mas também novos amigos que partilham esta mesma paixão. Na era da tecnologia, uma das vantagens é poder interligar estas pessoas de vários pontos do país num único lugar, um grupo de aficionadas por livros que partilham momentos literários. Mas isso é apenas o início. Depois desses momentos começam-se a partilhar momentos de amizade, como esta troca de natal. Para celebrar o Natal e aquele cantinho que é só nosso, organizamos uma troca de prendas (os meus parabéns à Vera por todo este trabalho!) com madrinha secreta! Nas semanas que antecedem a troca, ao sabermos quem é a nossa afilhada, mas que não sabe quem é a madrinha, começa uma brincadeira tão saudável entre nós. Regressamos à infância da felicidade, da curiosidade de tentarmos saber quem é a madrinha, fazer os nossos pedidos, saber o que a nossa afilhada gosta. Criamos laços tão bonitos e únicos, tão difíceis de descrever em palavras. Mas na troca o que vale não é o valor material que conta, não é essa ânsia que nos move à procura de sinais de vida do carteiro e da encomenda que queremos ver chegar. É o carinho nela depositada, o tempo que cada uma de nós dedica a preparar os mimos de acordo com os gostos e preferências de cada uma das respetivas afilhadas. E assim que cada uma recebe os mimos da madrinha, é uma partilha sem fim de fotos e comentários. O verdadeiro espírito natalício! E tal qual o Pai Natal, a minha madrinha natalícia presentou-me com os mimos que são o meu reflexo! Se o Natal não é isto, então não sei que mais poderá ser?!
Um dia destes pedimos ao Pai Natal que nos leve no seu trenó para que todas possamos estar juntas a conviver e a partilhar os nossos sorrisos. Meninas, o que acham da ideia? Ainda vamos a tempo de escrever ao Pai Natal com o nosso pedido!

pai natal.jpg

publicado por Ana Cristina Gomes às 13:25

link do post | comentar | favorito
|

A frase mágica do dia

«Os verdadeiros amigos são aqueles que nos criticam na nossa frente e nos defendem nas nossas costas.»

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

link do post | comentar | favorito
|
Sábado, 28 de Novembro de 2015

A frase mágica do dia

«O amor nunca faz reclamações; dá sempre. O amor tolera; jamais se irrita e nunca exerce vingança.» Gandhi

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

link do post | comentar | favorito
|
Sexta-feira, 27 de Novembro de 2015

Ken Follett "O Escândalo Modigliani"

O artista e a arte juntos num livro! Um mestre da escrita a desenhar palavras de um mestre da pintura, Modigliani, só podia resultar numa verdadeira aproximação uma obra-prima perfeita. Apenas não digo que é perfeita, pois foi um dos primeiros livros de Ken Follett a ser publicado, no ano de 1976, em que quase 40 anos me separam da leitura deste livro com o momento da sua escrita. Em 40 anos a aprendizagem foi mais que muito, a escrita foi aprimorada ao pormenor e por isso hoje é considerado um dos maiores escritores contemporâneos e um dos meus autores de referência. Se este livro fosse escrito em 2015, aí sim, seria uma relíquia. Mas com este meu comentário não estou a mencionar que o livro não é bom nem que não o recomendo, antes pelo contrário. Quem é fã da escrita de Ken Follett reconhece os seus traços literários ao longo da história, a sua habilidade no suspense que tanto o caracterizam e mestria em contar história que se cimentou com as obras que foi escrevendo após esta.
Quem é leitor assíduo de Follett, percebe logo os anos que pesam neste livro pela falta de volume que possui. Um livro de 220 páginas não é característico deste autor. Confesso que Ken Follett não me habituou a livros desta reduzida dimensão. Neste caso a leitura antevia-se ser um ápice de um respiro. Uma tarde de chuva e um chocolate quente e antes do chocolate arrefecer já a leitura terminou. Um thrilher com uma panóplia de personagens ligadas ao mundo artístico, nomeadamente da pintura no rasto de um quadro perdido de Modigilani. Conhecemos um pouco da vida de cada personagem para perceber a sua relação com Modigilani e o porquê da ânsia de possuírem um Modigliani perdido do mundo. Reconheço que a parte da história que mais me fascinou não foi a caçada ao quadro mas sim o esquema de fraude que foi montado para mostrar como muitas vezes a arte e o dinheiro estão nas mãos de quem vende e não nos próprios artistas, muitos dos quais são reconhecidos em fase póstuma como Modigliani. É uma parte da história que nos leva a pensar, afinal a arte está nas mãos de quem?
Quem adora Follett deve ler para conhecer as suas primeiras obras. O esboço do mestre que se estava a desenhar! Quem não gosta de livros muito volumosos é uma boa opção para levar nos transportes. Em resumo, é um livro que recomendo a todos. Aproveitem os domingos de chuva e ouçam nas gotas a caneta de Ken Follett a deslizar na emoção do papel.

modigliani.jpg

publicado por Ana Cristina Gomes às 17:44

link do post | comentar | favorito
|

A frase mágica do dia

Acalma o espírito e regressa à fonte. Limpa o corpo e o espírito ao removeres toda a maldade, egoísmo e desejo.» Morihei Ueshiba

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

link do post | comentar | ver comentários (2) | favorito
|
Quinta-feira, 26 de Novembro de 2015

O Reiki em poema nas palavras do Imperador Meiji

«Poderás pensar que a pedra transparente não brilha. É que te esqueceste de a lustrar.»

publicado por Ana Cristina Gomes às 09:44

link do post | comentar | ver comentários (1) | favorito
|

A frase mágica do dia

«É fazendo que se aprende a fazer aquilo que se deve aprender a fazer.» Aristóteles

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

link do post | comentar | favorito
|

.mais sobre mim

.pesquisar

 

.Julho 2017

Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
23
24
25
26
27
28
29
30
31

.posts recentes

. A frase mágica do dia

. Até um dia, Chester

. A frase mágica do dia

. A frase mágica do dia

. A frase mágica do dia

. Um pensamento meu

. A frase mágica do dia

. A frase mágica do dia

. A um anjo amigo

. A frase mágica do dia

.arquivos

. Julho 2017

. Junho 2017

. Maio 2017

. Abril 2017

. Março 2017

. Fevereiro 2017

. Janeiro 2017

. Dezembro 2016

. Novembro 2016

. Outubro 2016

. Setembro 2016

. Agosto 2016

. Julho 2016

. Junho 2016

. Maio 2016

. Abril 2016

. Março 2016

. Fevereiro 2016

. Janeiro 2016

. Dezembro 2015

. Novembro 2015

. Outubro 2015

. Setembro 2015

. Agosto 2015

. Julho 2015

. Junho 2015

. Maio 2015

. Abril 2015

. Março 2015

. Fevereiro 2015

. Janeiro 2015

.tags

. todas as tags

.favorito

. Será pedir muito?

blogs SAPO

.subscrever feeds