Quinta-feira, 31 de Dezembro de 2015

Adeus 2015.....Sê bem-vindo 2016!

Meu querido 2015, estás a despedir-te de nós nos teus últimos minutos antes de partires para um merecido descanso! Imagino que devas estar cansado de um ano intenso e sem paragens. Não voltarás, mas deixas connosco as tuas memórias, os teus momentos, os teus sorrisos e as tuas lágrimas, a alegria e a dor, o que foi a tua vida em nós. Ficarás guardado na memória do tempo, pois és uma etapa do nosso caminho que continuamos a caminhar no ano de 2016 que está a poucas horas de chegar. Porque a vida é uma estrada sem paragens e por isso, 2015, mal voltas as costas, o teu amigo 2016 assume o teu lugar para mais 366 dias de oportunidades de vivermos os momentos, dos sonhos que chegam e os outros que partem, a esperança que renasce, sorrisos e risos para abafar as lágrimas que às vezes teimam em ficar.
Sinto os minutos a apressarem-se para receber 2016, para dar as boas vindas a mais um ano de possibilidades de nos cruzarmos com a felicidade. Mas na nota de boas vindas, 2016 traz um lembrete: A felicidade está nas pequenas coisas, ao sorrirmos nesses momentos, a vida sorri-nos de volta com mais momentos. O ser feliz está no mais pequeno sorriso. Não se esqueçam disso neste meu ano que apita ao virar da esquina.
Nesta vida em que se desenha um carrossel de emoções que não podemos perder, agarrem cada emoção de cada momento por mais singular que seja e tornem a vida mais rica e mais preenchida.
Quando a meia-noite bater as doze baladas e o janeiro espreitar, digam um olá e festejem, mas não apaguem o fogo-de-artifício. Guardem e festejem todos os dias dos próximos 366 que se instalam no sofá da nossa vida.
Desejo que 2016 seja escrito com as mais belas palavras.
Vivam e sonhem a felicidade.
Agarrem cada momento como se fosse único e irrepetível.
Um brinde a 2016.
E não se esqueçam de SORRIR SEMPRE!

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publicado por Ana Cristina Gomes às 16:08

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Um pensamento meu

Pela manhã a vida espreguiça-se para me fazer cócegas para que nunca me esqueça de sorrir quando um raio de sol toca a estrada do parque que a vista da minha janela alcança.

publicado por Ana Cristina Gomes às 13:48

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Quarta-feira, 30 de Dezembro de 2015

Um pensamento meu

Ao rever-te a minha voz interior diz que a felicidade ficou por viver no passado que ficou guardado lá atrás e que ruma a um futuro ainda desconhecido.

publicado por Ana Cristina Gomes às 12:42

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Domingo, 27 de Dezembro de 2015

Um pensamento meu

Na árvore de Natal encontrei embrulhadas as tuas lágrimas em mim que julgava esquecidas.

publicado por Ana Cristina Gomes às 20:18

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Sábado, 26 de Dezembro de 2015

Noite de Natal

Dia 24 de dezembro, mais um Natal que se apressa a chegar. Na azáfama dos últimos preparativos para a ceia de natal, da compra dos ingredientes em falta para compor a mesa natalícia, nesse corre-corre, vejo-te! Nas não coincidências da vida, cruzo-me contigo, cruzo-me com as lembranças, as memórias. Um bater mais forte do coração e a dor que acorda. Zango-me com o destino de conduzir os meus passos apenas para te ver, depois de dias e de noites atrás de dias e noites em que quase me esquecia do desenho do teu rosto. Porquê num dia tão especial? Para me recordar o quanto especial és para a minha alma. Como a escrita do destino consegue destruir meses e meses de tentativa de calcar sentimentos bem fundo dentro do coração. A luz do natal que se apaga.
Continuo no tempo do relógio a desenhar a mesa da ceia de natal com sonhos, rabanadas, filhoses e os doces que deviam adoçar o momento. O barulho instala-se na casa com o som dos tachos que cozem o bacalhau e as couves, as vozes dos miúdos que ainda anseiam pela meia-noite para a abrir os presentes. Os risos, as conversas que não ouço. A minha mente fugiu. Desapareceu nas memórias. De repente o Natal tornou-se um momento que entristece o meu ser. De repente já não sinto o espírito natalício dentro de mim. As luzes na árvore não iluminam a escuridão do meu percurso. As músicas de natal abafam as lágrimas que regressam. Tento disfarçar o aperto que me aperta por dentro. Tento pintar o meu olhar com as cores deste natal, o vermelho, o branco e a mistura da palete do arco-íris que já se escondeu. Vou até à janela, o nevoeiro instala-se na noite que cai, a lua eclipsa-se para não me ver chorar. Olho para o céu na tentativa de ver o Pai Natal e de lhe entregar a carta escrita pela minha alma porque só um ser mágico conseguiria perceber estas palavras que escondo de todos. Olho pela janela e perco-me no nevoeiro que gela a minha face.
A noite segue, a ceia de natal conforta o estômago na reunião familiar na troca das experiências dos últimos meses. A manta nas pernas para tornar a noite de natal mais acolhedora. Os minutos para abrir as prendas são quase cronometrados no riso para afugentar o sono. Mas eu continuo a não estar. O meu corpo está lá, mas a minha alma fugiu. Foi procurar-te. Foi tentar encontrar-te. Mas volta no vazio da prenda que se desembrulha e nada traz.
A noite de natal vai longa e quer dormir nos papéis rasgados das prendas. Amanhã o Natal continua no calendário. Apagam-se as velas. Desliga-se a árvore. Guardam-se os doces. Arrumam-se as prendas. Todos se deitam e adormecem com um sorriso na almofada. Deito-me, aconchego-me no cobertor e as lágrimas desfilam pelo meu rosto. Choro nas memórias. Choro na saudade. Choro no sentimento que não consigo matar. Choro na dor que se torna mais forte. Choro na solidão que me acompanha. Choro para tentar derreter o gelo que congelou o meu coração e cujas estalactites perfuram a minha alma. Porque é nos momentos de alegria que nos lembramos da mágoa que não conseguimos apagar.
Porque a noite de Natal trouxe-me a lembrança da solidão que se senta ao meu lado e que tento fingir que não lá está. Mas nesta noite, a solidão podia ser antipática e não vir dizer-me olá e que não se esquece de mim.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 18:42

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Sexta-feira, 25 de Dezembro de 2015

Um pensamento meu

A vida é uma prenda que deve ser desembrulhada todos os dias!

publicado por Ana Cristina Gomes às 08:35

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Quinta-feira, 24 de Dezembro de 2015

Feliz Natal!

O Natal faz-se anunciar no passo apressado por entre as luzes que se acendem nas árvores e que iluminam a nossa casa, numa mistura de cheiros e aromas que se cruzam na cozinha e que daqui a nada serão saboreados. As crianças esperam o Pai Natal, os adultos esperam por algo que lhes faça acreditar que afinal o Pai Natal existe, desejando voltar a ter a idade da inocência para acreditar nos sonhos. Mas hoje véspera de Natal, é dia de acreditar nos sonhos, nos nossos desejos. É dia de esquecer as tristezas e agradecer cada pequeno momento, cada pequena alegria, cada pequeno sorriso. Porque o Natal não é só hoje, existe quando dentro de nós existir a alegria natalícia, a esperança, a generosidade, a amizade e o amor pelos outros e por nós mesmos, que tantas vezes falha. Esqueçam o consumismo, as prendas em pilha na árvore, isso não é viver o Natal. Desejem um feliz natal aos conhecidos que veem todos os dias, olhem para as luzes e agradeçam cada pequena luz que existe na vida. Degustem o menu de natal como se fosse um manjar dos Deuses, agradeçam essa dádiva. Hoje é Natal, amanhã e depois, e depois ainda será. Será sempre Natal se sentirmos a sua magia a envolver-nos. Nunca percam o encantamento do Natal no dia-a-dia. Um feliz natal para todos, mas mesmo todos aqueles que fazem parte da minha vida, sejam amigos, família ou meros conhecidos. Vivam o verdadeiro espirito natalício e SORRIAM SEMPRE!

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publicado por Ana Cristina Gomes às 16:12

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Para reflexão

« “Entrai pela porta estreita”, dizia Jesus. Compreendereis melhor estas palavras se eu vos apresentar uma outra imagem: a da serpente que muda de pele. A serpente sente que se formou uma pele nova por baixo da antiga e então procura nas rochas uma fissura ou um pequeno buraco, e passa por ele. É difícil, ela tem de fazer esforços para passar por essa "porta estreita". Mas, ao sair dessa passagem, desembaraçou-se da sua antiga pele.
Do mesmo modo, cada um de nós deve passar um dia pela "porta estreita" a fim de perder a sua velha pele, isto é, as suas velhas conceções, os seus velhos hábitos, os seus velhos raciocínios. Ficai a saber, pois, que esse momento também chegará para vós. A passagem pela porta estreita é, evidentemente, uma provação dolorosa. Mas não fiqueis perturbados, não tenhais medo, regozijai-vos por perderdes a vossa pele velha para vos tornardes um ser novo, com uma compreensão mais vasta, um coração mais generoso e um comportamento que só trará bênçãos aos outros.»
Omraam Mikhaël Aïvanhov

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publicado por Ana Cristina Gomes às 08:04

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Terça-feira, 22 de Dezembro de 2015

John Green/ Maureen Johnson/ Lauren Myracle "Quando a Neve Cai"

No Natal passado, ao ler uma história vivida na época natalícia ainda me senti mais imbuída de todo o espírito que o verdadeiro Natal traz na sua essência. Ler com o nevoeiro lá fora, uma caneca de chocolate quente ou um chá ao lado para aquecer e para acompanhar as palavras, uma sensação indiscritível nas palavras. Horas de inverno, horas natalícias vividas em pleno. Por ter adorado tanto esta experiência de leitura natalícia, este ano quis repetir este pequeno doce momento natalício! A obra escolhida foi “Quando a Neve Cai” de três autores: John Green, Maureen Johnson e Lauren Myracle que nos contam três diferentes contos, mas todos com um fio condutor. Três histórias, uma mesma cidade – GraceTown- que se encontra isolada devido a uma das maiores tempestades de neve dos últimos 50 anos, e personagens que se cruzam nas diferentes histórias. Todas estas histórias acontecem na noite de Natal o que aumenta ainda mais a minha curiosidade em saber como vivem estas personagens uma noite tão mágica e especial!
Começa com o “Expresso Jubilee” onde conhecemos Jubilee que ao ver-se sozinha no Natal devido à prisão dos pais, devido a um episódio caricato (prefiro que leiam a já desvendar o que se passou!), vê-se num comboio com destino à Florida, mas que a neve impede de chegar, ficando retida em GraceTown. Conhece Stuart, um rapaz de coração destroçado, e a história natalícia acontece! Uma história que nos faz pensar que mesmo quando achamos que estamos perdidos, encontramos o caminho para um sorriso!
Depois seguimos com “Um Milagre de Natal Fantabulástico” onde Tobin, JP e Duke (que é uma rapariga, embora a alcunha pareça nome de rapaz) se veem envolvidos na aventura de saírem de casa para irem até à Waffle House para verem um grupo de chefes de claques (que vieram no mesmo comboio que Jubilee da história anterior). Todo o caminho pela neve até ao local é uma descoberta de que muitas vezes temos aquilo que mais queremos perto de nós! Leiam para confirmar!
Por fim “ O Santo Patrono dos Porcos” que se centra em Addie e no seu drama de fim de namoro e em como desperta para o fim do seu egocentrismo. Mais uma lição subtil que nos diz que existem momentos em que não podemos ser o centro, que os outros precisam de nós!
No fim assistimos ao encontro casual de todas as personagens das diferentes histórias num típico ponto de encontro americano, o Starbucks, mencionado em todos os contos. Este encontro torna este livro tão especial e com um final verdadeiramente natalício.
Vivemos cada conto como se fosse único mas as pontas que cada autor deixa é agarrada de forma inteligente pelos restantes autores de modo a que o fio condutor seja como a neve que cai em todas as palavras deste livro. Um livro de Natal que pode ser lido em qualquer altura do ano, porque estas personagens nas suas vivências natalícias nos ensinam um pouco mais de nós.
Uma leitura que nos encanta de tal modo que a terminei antes da noite de Natal chegar! Um romance mágico na magia de ser Natal!
Ainda vão a tempo de se envolverem na magia do Natal destas personagens porque a história do nosso Natal ainda está a ser escrita!

 

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:27

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Inverno, já chegaste!

Dizem os entendidos que tu, inverno, chegaste às 04h48m desta madrugada, num belo solstício de inverno, o dia mais curto do ano na noite mais longa que acolhe o nosso sono. Para muitos, és sinónimo de tristeza e de escuridão, mas não podemos deixar que as nuvens que muitas vezes te acompanham nos impeçam de ver a tua beleza. O aconchego de umas luvas e um gorro, na suavidade da lã que nos conforta. Um chá quente na leitura de um livro na tarde de domingo. Momentos que são teus, doce inverno!
Muitas vezes, és símbolo de uma certa nostalgia, de saudades do verão e do sol, mas são tantas as vezes que nos deixas aquecer um pouco com os teus raios de sol na hora de almoço. Sou sincera, não gosto dos teus dias de chuva, embora saiba que a natureza tanto precisa dessa água tão preciosa com que nos abençoa! Mas adoro os dias de nevoeiro, adoro sentir respirar o frio do branco desses dias. Adoro a cor da paz que pinta esse nevoeiro. Uma manhã de nevoeiro é aquela que nos permite regar a alma com a luz que muitas vezes achamos que não existe. Se olharmos bem, o nevoeiro é luz e não escuridão. Hoje, a manhã amanheceu assim, num cenário idílico de nevoeiro, a melhor maneira, para mim, de te receber, meu querido inverno.
A estação do ano mais fria, mas que tem no seu calendário, a época natalícia que se for vivida na sua essência, traz consigo a luz da beleza que ilumina a nossa árvore de natal.
Cada momento pode ser demasiado belo, é só aprendermos a viver esse momento como sendo único dentro de nós, porque dois momentos nunca são iguais, tal como dois bons dias da mesma pessoa nunca serão iguais.
Inverno, já chegaste! Traz contigo o teu verdadeiro encanto que mesmo com frio, o sorriso nunca gele!

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publicado por Ana Cristina Gomes às 10:09

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