Quarta-feira, 5 de Julho de 2017

Julia Navarro "A Irmandade do Santo Sudário"

Manhã. Um jardim. Termino o livro e fecho-o. Mas ainda levo comigo as personagens desta história que me acompanharam durante alguns dias. Corro para o comboio, prendi-me no desfecho e o tempo viajou velozmente no relógio, tão absorvida que estava nestas páginas finais. Era impossível parar de ler. Magia da escrita de Julia Navarro, esta de nos aprisionar às suas histórias. E como adorei estar presa a este policial histórico que retrata a lenda do Santo Sudário, o pano em que Jesus Cristo teria sido envolto após a crucificação.  

O livro inicia-se com o relato de um misterioso incêndio na Catedral de Turim, repositório do conhecido Santo Sudário, que levou à morte um homem com algumas sequelas físicas pouco comuns: sem língua e com as impressões digitais deformadas.

Para tentar esclarecer este invulgar caso conhecemos Marco Valoni, detective do “Departamento de Arte” da Polícia Italiana e a sua equipa, onde se destaca Sofia que terá um papel de destaque nesta história. A investigação leva a crer que se trata de algo mais do que um acidental incêndio, trazendo à memória um acontecimento, ocorrido no mesmo local, anos antes e que tinha no seu epicentro um ladrão… sem língua e desprovido de impressões digitais. Começa assim uma extensa busca pela verdade destes acontecimentos pondo em risco a vida de Valoni e a sua equipa.

Intercalando com o agora, iremos conhecendo a história do Sudário, e iremos compreender o porquê das tentativas de roubo, o porquê dos roubos não terem sucesso, a razão da língua amputada. Este livro atravessa séculos e cruza continentes, desde os céus tempestuosos sobre o Calvário até às modernas cidadelas de Istambul, Nova Iorque, Londres, Paris e Roma, em que as conspirações serão uma constante.

Voltaremos a ouvir o nome dos Templários e ficaremos na dúvida se sobreviveram à história do tempo e ainda são reais nos dias de hoje. E se sim, quem serão estes Templários da era moderna?

O desfecho, nos labirintos de Turim é imprevisível recheado de sensações e muitas emoções e que irá afectar todas a personagens com quem nos cruzamos durante todas estas páginas.  

Para quem adora história como eu, é sem dúvida um livro a ler, porque nos transporta para outros tempos numa sempre insaciável curiosidade. Por isso recomendo este livro de leitura fácil mas intensa. Que nos pode acompanhar nos nossos vários momentos do dia.

Um livro cativante que deve ser lido.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 21:02

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