Domingo, 22 de Maio de 2016

O teu segundo poema (Para a minha/nossa Joaninha)

A primavera chega nos raios de sol que brilham no reflexo do teu olhar, enquanto escreves, na brisa suave do vento que te abraça, um poema. Escreves no rosto que se desenha dentro de ti, um novo poema, o teu segundo poema no livro da vida no qual danças a música do viver.

Um poema com rimas perfeitas numa melodia sincronizada com o bater do coração, um coração demasiado pequeno para acolher a verdadeira beleza da vida, numa beleza que se sente ao amar o belo da arte que moldamos dentro de nós. A obra-prima que nasce de ti e que se eterniza na tela ainda branca que espera as pinturas dos momentos coloridos com as cores do arco-íris. Uma tela que aguarda ansiosamente que os lápis de cor pintem o sonho. O sonho de sorrirem juntos, o sonho de correrem, tropeçarem e limpares as suas lágrimas e o sopro do coração curar as feridas quando cai na descoberta deste mundo, contigo ao seu lado e ele ao nosso lado.

A cada passo, em cada movimento, um novo verso é escrito no sonho que vai crescendo em ti. A cada respirar, um coração esconde-se na timidez de acenar ao mundo. Um pequeno coração que bate ao lado do teu coração, e o qual lhe dá mão para o guiar, enquanto segura o outro coração com suavidade para caminharem os três numa sintonia silenciosa que só a união perfeita de três almas consegue ouvir. São as flores do teu jardim, que tornam o cinzento da chuva em doces momentos que ficarão guardados em ti sem que a borracha do tempo os consiga apagar.

Sentes o teu coração transbordar de uma felicidade que o preenche pela flor que floresce a cada dia até desabrochar e olhar para ti como se te conhecesse desde que o tempo da vida é vida.

Fechas os olhos e contas os segundos dos minutos que faltam nos dias até sentires o seu doce toque no teu rosto, quando as lágrimas do olá à vida forem as tuas lágrimas de uma emoção que as palavras não conseguem escrever.

Porque as palavras já estão escritas nesse teu segundo poema no mais bonito verso que abraças.

Amar a vida é algo sem preço. Amar a vida que vive em nós para o sempre do sempre que sempre existirá, é a riqueza de quem um dia escreveu as mais puras palavras dentro de si.

cha de bebe.jpg

publicado por Ana Cristina Gomes às 20:55

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