Domingo, 16 de Dezembro de 2018

Jacquelyn Mitchard "Um Natal que Não Esquecemos"

Nas minhas pesquisas de leituras natalícias encontrei este cujo título me suscitou curiosidade. Pelo prefácio percebi que não era o típico romance de natal com risos e alegrias. Era uma história triste, de doenças e dor. Mas mesmo assim decidi ler, pois não sabia o quão profundo de triste seria.

Uma história que podia ser de qualquer um de nós, uma doença que chega inesperadamente para abalar e mudar radicalmente a vida de uma família comum numa típica época feliz, o Natal.

Um momento que muda definitivamente a vida, os sonhos, os desejos, os planos de toda uma família.

Laura e Elliot, o casal protagonista, saem sozinhos para comemorar mais um aniversário de casamento e tudo corre bem até à hora de regressar a casa. Na viagem de regresso, o seu carro avaria e, enquanto aguardam ajuda para resolver o problema, Laura sofre uma forte dor de cabeça e pede para ser levada ao hospital, onde descobre que a vida de todos vai mudar para sempre. E é nas horas em que permanece no hospital que todo o enredo melodramático e intenso se desenrola, dando a conhecer as relações entre Laura e os restantes membros da família e a força de cada nova personagem que vai aparecendo.

Sem dúvida um livro comovente e que nos faz pensar em como devemos aproveitar cada momento, pois o minuto seguinte é incerto. Valorizar os que nos amam, os que amamos.

Pessoalmente não me senti embalada pela história, não me agarrou. Mas deixou a mensagem mais importante dentro de mim: aproveitar o aqui e agora.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 14:20

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Quinta-feira, 13 de Dezembro de 2018

Um pensamento meu!

Gostava que o vento da tua voz ou as palavras das tuas mãos sussurassem à alma se as minhas saudades são sentidas em ti. Aquelas saudades ao olhar os sorrisos madrugadores e os rostos tardios e nenhum deles ser o teu. A tua e apenas a saudade tua. Também sentes esta saudade nossa?

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publicado por Ana Cristina Gomes às 09:38

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Segunda-feira, 10 de Dezembro de 2018

Um pensamento meu!

Quando naquele final de dia os olhos se turvam de cansaço. Emoções exaustas.
Quando não te habituas ao silêncio das cadeiras. Porque faz falta aquele nosso barulho. A solidão do ruído dos outros.
Quando nesses escuros dias regressas a casa e existe um sorriso especial que te sorri. Que adoça o coração. Que te faz sorrir e esquecer.
Naquele momento, um segundo de tempo que deposita na tua alma aquela força que precisas para enfrentar aqueles outros dias que virão.
Obrigada meu doce sorriso por tornares dias pesados em suaves recordações de ti.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 21:27

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Terça-feira, 4 de Dezembro de 2018

Agatha Christie "O Natal de Poirot"

Confesso que já nem sabia quando tinha lido, pela última vez, um livro de Agatha Christie. Recordo os livros que avidamente li na minha adolescência e cuja memória de fascínio ainda guardo em mim. Por isso, num daqueles acasos, reparei que havia um livro cujo enredo se passava no Natal. Nem hesitei, que maravilha poder voltar a ler esta senhora da escrita policial e com uma história envolvendo o Natal e reencontrar um velho conhecido, Poirot (oh as saudades que tinha da sua inteligência e argúcia).

Simeon Lee, o patriarca dos Lee, resolve convidar todos os filhos) para comemorar o Natal na sua luxuosa mansão da família. E não só, a neta que ninguém conhece também será presença assim como um filho de um amigo de Lee que aparece por lá (o que adensa mais o cenário). Começamos logo por perceber que tipo de homem quase execrável é Simeon com as cenas em que os seus filhos (Alfred, Harry, David e George) decidem ou não se aceitam o convite do pai (à exceção de Alfred que mora com o pai). E apercebemos o tipo de personalidade dos filhos e das respetivas esposas.

Véspera de Natal. A reunião da família Lee é destruída por um ensurdecedor barulho de mobília a partir-se, seguido por um grito de agonia. No andar de cima, o tirânico Simeon Lee encontra-se morto num lago de sangue com a garganta cortada. Não sem antes assistirmos a uma reunião ainda com Simeon vivo, em que humilha veemente todos os seus filhos e noras. O que torna todos os estes personagens suspeitos.

Por coincidência, Poirot encontra-se a passar o Natal em casa de um amigo e vê-se envolvido neste mistério. Encontra uma atmosfera não de luto mas de suspeita mútua. Parece que toda a gente tinha as suas razões para odiar o velho. E nas páginas confirmaremos isso.

Pouco ou nada posso adiantar da história, pois todos os pormenores estão intrinsecamente ligados e referir um e não referir outro é deixar a história coxa. É tão bom saborear as pistas que vão surgindo e tentando na nossa mente e tentar reconstituir o crime, observar as falhas dos suspeitos e ter muita atenção às pistas de Poirot.

Uma nova confissão, algumas das pistas a minha mente não as leu, e por isso fiquei literalmente surpreendida com o desfecho e o deslindar do assassino do patriarca Lee. Claro que não vou revelar quem foi nem dar pistas (o que me controlei para não saltar para as últimas páginas). Pela curiosidade crescente, lia avidamente páginas atrás de páginas para mais depressa desvendar o mistério. E é uma surpresa.

Não é típica leitura natalícia, mas que reencontrar Poirot no Natal foi tão bom.

E quero, muito em breve, voltar a ter outro livro de Agatha Christie nas minhas mãos.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 21:03

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Sábado, 1 de Dezembro de 2018

Olá meu querido dezembro! Olá Natal!

E chegou o frio que arrepia a pele. Chegaste meu querido mês de dezembro! Chegas na orvalhada da noite e na neve que chegará para pintar as árvores deste teu mês de um branco angelical a relembrar os anjos do natal.

As camisolas saltam do armário abraçadas ao cachecol que aquece a alma. Gorros, luvas, acessórios para brincar na beleza deste frio. Tantos de nós que não gostam de ti, meu amigo dezembro. Frio, mau tempo, o tempo escuro. Mas em tudo há uma beleza escondida. O frio na sensação de um termómetro que marca graus assustadoramente baixos, e um sol que torna este frio tão apetecível. Ou o som da lareira a crepitar para nos aquecer. Momentos só teus, dezembro.

O mau tempo que acompanhado por um chocolate quente, uns biscoitos caseiros e um bom livram, enrolados na manta polar, tornam uma tarde de chuva deliciosamente deliciosa. E a escuridão da noite que se acomoda cedo em nós, traz doces olhares a descoberto. Obrigado meu dezembro por me deixares ser agraciada por tamanho sorriso nesses olhos.

Dezembro, também és sinónimo de Natal! O mês por excelência em que o carinho e amor deviam existir em excesso, um saudável excesso. O mês de embelezar a casa e ruas com as típicas decorações de Natal que enchem de cor e feitios o nosso coração.

As luzes que brilham à luz da lua no regresso a casa, para nos mostrar que mesmo na escuridão existe sempre uma luz para guiar os nossos passos.
A época natalícia, a época dos doces e docinhos, dos sonhos às rabanadas e o bolo-rei no centro da mesa da sala, enquanto o bacalhau e o peru perfumam a casa numa mistura de cheiros e sabores. A deliciosa comida que nos encanta e sem a qual, a existência de dezembro e do seu Natal não teriam sentido!
O mês da família, o mês do convívio, o mês da partilha de experiências e episódios que ocorreram ao longo do ano. Não levem a tecnologia para a mesa da consoada, mantenham o dezembro fiel à sua tradição natalícia. O contacto pessoal, as emoções da conversa são precisas para manter as palavras físicas vivas. E por favor, não pensem que só agora nos devemos preocupar com os outros, que devemos mostrar o nosso amor, carinho e preocupação. A solidariedade e o voluntariado existem nos restantes meses do ano, assim como os amigos e família que devemos mimar também nesse tempo todo e não enche-los de prendas apenas nesta altura. Digam não ao consumismo desenfreado a que se assiste neste mês e vivam o verdadeiro espírito natalício. É preciso tão pouco para ser feliz! Feliz daquele que descobre em si essa descoberta de como sorrir no Natal sem precisar das prendas materiais!
Olá Dezembro e obrigado por trazeres contigo a beleza do Natal!
Dezembro gosto muito de ti! Volta sempre!

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publicado por Ana Cristina Gomes às 18:25

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Quarta-feira, 28 de Novembro de 2018

Gastar o teu rosto!

Às vezes pergunto-me se um dia o meu pensamento não irá gastar demasiado o teu rosto. Torná-lo disforme. Imperfeito. Porque o teu rosto cegou os meus olhos. Que só a ti te veem. Todos aqueles dias em que te vejo em todos os outros rostos à procura do teu. Naquelas tardes em que o meu pensamento só te vê a ti sem estares ali. Estarei eu a gastar o teu rosto? Por viveres no meu pensamento. E olhar para ti de olhos fechados como se estivesses mesmo ali. Como se estivesse a ficar louca!

E, depois, naquelas outras tardes escuras de reflexos iluminados pelos candeeiros de rua. Quando os nossos olhos se tocam volto a decorar cada traço, cada ruga, cada sorriso, cada gesto teu para ter sempre o esboço do teu rosto dentro de mim.

Porque tenho medo de gastar o teu rosto só porque penso em ti. E tenho de o desenhar um infinito de vezes para que nunca se apague de mim e me lembre porque a alma do teu olhar te pincelou assim tão bonito!

Imagem : Internet

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:53

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Segunda-feira, 26 de Novembro de 2018

Debbie Macomber "O Brilho das Estrelas"

Novembro a terminar o calendário, o frio já se faz sentir no quente dos gorros matinais, a árvore de natal já enfeita nas decorações da casa e as ruas já estão vestidas a rigor para receber mais um natal. Seguindo uma recente minha tradição, ler histórias de natal ou que se relacionem com a época, seja apenas o inverno, foi tempo de inaugurar as leituras natalícias. Este ano comecei por Debbie Macomber e “O Brilho das Estrelas”, uma autora ainda desconhecida para mim mas que uma daquelas promoções me fez descobri-la. E como gostei de conhecer a sua escrita doce e suave.

Encontramos Carrie Slayton, uma jovem jornalista da coluna social de um importante jornal mas que se encontra saturada e desmotivada do tipo de artigos que escreve. Para que possa mudar a sua área no jornal, o diretor lança-lhe o desafio de conseguir uma entrevista com Finn Dalton, autor de um bestseller, que há meses se encontra no top de venda. Mas Finn é um solitário que não se deixa entrevistar (talvez por isso o título do seu livro seja “Sozinho”). Carrie aceita o desafio pois não tem nada a perder. Determinada e persistente vai à descoberta de Finn que vive num local inóspito e selvagem do Alasca.

Depois de inúmeras peripécias, Carrie encontra Finn, um homem de sentimentos fortes e intensos, magoado pela mãe que o abandonou, causando nele uma mágoa profunda para com as mulheres. A barreira que ele criou à sua volta, Carrie com a sua personalidade aos poucos vai derrubando esse muro à volta de Finn. Como quando observam a aurora boreal do Alasca, uma descrição magnífica e espantosa que nos deixa a todos com vontade de conhecer esta região. Cenários árticos deslumbrantes, uma beleza gelada e hipnotizante. Um local onde as estrelas brilham e iluminam uma cabana no meio da neve, o cenário romântico desta história.

Mas depois da partida de Carrie, com ou sem entrevista, ambos percebem que ali nasceu algo muito forte e profundo como eles o são. O assumir o que sentem. A conquista mútua. A luta para ficarem juntos. Avanços e recuos. O dar e ceder.

Uma história de amor. De esperança. De acreditar. E sobretudo, uma história que nos diz que nunca mas nunca devemos fechar o nosso coração por maior que seja a mágoa que nele vive.

Um livro ideal para esta época natalícia que se lê assim, um ápice, enquanto se bebe um delicioso chocolate quente a acompanhar!

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:43

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Sábado, 24 de Novembro de 2018

Chuva!

Uma tarde escura que parecia noite. O céu negro. As nuvens aconchegadas umas nas outras. Que escondiam o dia. Ainda não se sentia o aroma a jantar no baloiçar do vento. Ainda os pratos do lanche se ouviam nos cafés.

Chovia suavemente. Para de repente chover copiosamente. No regresso a casa. Abriguei-me da chuva. Vê-la cair na estrada no reflexo da luz dos candeeiros de rua. Numa entoação sincronizada de ping ping.  

E assim num repentino de repente, tu. Nesses teus passos que a minha alma ouve ao longe. O teu rosto a passar veloz por mim. Sem me veres. Bonito. Cada dia mais bonito. Como se naquele troço de estrada onde há segundos a chuva caia a potes, a chuva parasse para que eu te pudesse ver. Assim, bonito.

Porque naquele segundo a chuva conseguiu tornar-te ainda mais naquele encanto cintilante que és. E mesmo sem me veres, senti esse sorriso teu!  

Imagem : Internet

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publicado por Ana Cristina Gomes às 20:43

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Sexta-feira, 23 de Novembro de 2018

Um outono de fim de ciclos

A lua bem cheia alta no céu numa luz demasiado brilhante que rasga este dia demasiado sombrio. O teu sorriso ali sem saber que por dentro a alma doía. E sorriste. E voltei a controlar as lágrimas neste dia que foi. Mas não podia chorar ali. No meio da multidão. E era o que mais precisava. Chorar.

As gotas de chuva que por segundos escorrem pelo meu rosto. As folhas que pingam. Uma folha que cai. Um outono de fim de ciclos. Ficamos com as memórias que quais troncos ficarão ali para sempre na amizade que não termina neste fim de ciclo. Vamos plantar novas sementes para novas primaveras.  

Há uma ferida aberta que vai demorar tempo a sarar. Novos hábitos que jamais substituirão os que ficam para trás. Novos encontros para rirmos daquilo que um dia fomos. As nossas histórias.

Às vezes a vida pode fazer umas belas sestas, mas não estava a dormir quando os nossos passos se cruzaram há quase uma década. E que vão continuar a cruzar-se.

Há uma gratidão imensa no meu coração por me teres ajudado a crescer. Por tanto que me ensinaste. Por tudo o que aprendi neste ciclo de companheirismo e amizade que não serão apagados pelo tempo.

Os nossos momentos ficam. E sei que vamos ter muitos mais momentos que vão ficar.

Imagem : Internet

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:05

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Quarta-feira, 21 de Novembro de 2018

Tardes Malditas!

Que tardes malditas estas que não te deixam abeirar de mim, enquanto a minha alma esmorece numa fraqueza de quem vê o desconhecido do amanhã se tornar uma incógnita ainda maior. A incerteza constante.  A dúvida.

Que tardes malditas estas sem o teu rosto para sentir o meu coração morrer mais um pouco enquanto respira a vida que és. Como desfaleço a cada final de dia nestas estradas cruzadas que descruzam os nossos passos.  

Tardes negras, escuras e obscuras de dias sombrios que carregam a escuridão dentro de nós. Uma nuvem tingida de escuridão que não nos larga. A mim e a eles.

E agora, nestas tardes malditas, quando posso fraquejar sem que os outros vejam. Quando posso deixar que a tristeza da alma transpareça no olhar. Porque a força também se vai esgotando quando tens de partilhar essa força com eles neste sorriso cúmplice que não se pode desfazer. E nessas tardes malditas em que os joelhos tremem, não estás lá. Nos mesmos lugares. Nas mesmas horas. Apenas para inspirar a doçura do teu sorriso e seguir. Dormir. Sem chorar a dor porque estaria a recordar cada traço teu. Uma e outra vez. Como faço quando paro e olho para a tua foto. Para sentir que um dia há demasiado tempo atrás quando ainda não eramos o que somos hoje, escolhi amar-te e carregar a mágoa desta nossa perda dentro de mim. E querer ver-te é querer sentir que o meu coração ainda bate no meio destas tardes malditas. Que ainda está vivo.

Não escolhi a tristeza que hoje me assola. Um desapego forçado. Fulminante. Um medo que tenho de enfrentar e do qual tanto fugia. Mas a tua alma consigo enfrenta-la porque me conforta a dor. Mas não tens estado ali. Lá. Quando espero por ti.

Nestas tardes malditas que me despedaçam a vida, essa saudade que sinto de ti torna o bater do relógio na tortura de lágrimas que não se escondem da solidão da noite. Quando ninguém nos vê, a mim, à dor, à tristeza, às minhas lágrimas-tuas.

Porque nestas tardes malditas, o teu olá seria a minha esperança no amanhã.  

Imagem : Internet

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:06

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