Domingo, 16 de Junho de 2019

Ama-te primeiro!

Ama-te primeiro. Só conseguirás amar os outros se te amares primeiro. O amor por nós é o nosso primeiro e grande amor.

Não ames os outros sem te amares a ti porque nunca perceberás se os outros realmente te amam. Não vivas numa ilusão. Vive a realidade.

O dia em que te amares pelo que és e como és conseguirás ver o amor dos outros nos teus olhos. E estarás preparada para receber o amor. Porque és amor.

O amor gera amor. O amor por mim e em mim gera amor no outro e para o outro.

Ama-te primeiro. Para saberes amar e ser amada!

Imagem : Internet

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publicado por Ana Cristina Gomes às 22:37

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Sábado, 15 de Junho de 2019

Marcia Grade "A Princesa que acreditava em Contos de Fada"

Ainda estava eu a deslizar as minhas mãos pelo livro “O Cavaleiro da Armadura Enferrujada” e já um outro título me piscava o olho na contracapa de seu nome “A Princesa que acreditava em Contos de Fada”. Ainda estava eu a assimilar o que lia e aprendia com o Cavaleiro e já estava eu numa hora de almoço a comprar um dos últimos exemplares na livraria.

Foi deixar o Cavaleiro descansar em mim e já a Princesa se tornava parte dos meus dias.

Conhecemos a Princesa Vitória que sonha desde criança com o seu príncipe encantado que a via libertar da tirania dos seus severos e autoritários pais que não a deixam ser criança. Cresce e esconde a sua criança interior, Vicky, o seu lado feliz e reguila no seu armário. Porque há regras a cumprir, nada de danças malucas, nada de cantos sem treino e nada de gargalhadas. Ou seja, não pode ser quem realmente é. Por isso, torna-se uma mulher demasiado frágil. Até que conhece o seu príncipe, bonito, delicado. O perfeito príncipe encantado que supostamente a irá salvar. Mas, há sempre o mas. Esse príncipe é um homem com traumas, mal resolvido que vai chantagear psicologicamente a nossa princesa. Uma violência psicológica que fere. Que danifica a alma.

Quando decide que precisa do seu final feliz, a Princesa terá a companhia de um mocho e outras personagens que a ajudarão no seu caminho. Mas terá de percorrer as dificuldades sozinhas. Superar-se. Romper os medos. Acreditar em si e nas suas capacidades.

Um livro que nos diz que não é o outro que nos vai preencher. Que temos de nos preencher por nós mesmos. Só quando estivermos preenchidos connosco mesmos, o outro irá ser parte daquilo que nos preenche.

Um livro que nos diz que nada nem ninguém nos pode deitar abaixo, que não podemos dar o poder a ninguém de nos atirar para a lama.

Um livro que nos diz para nos ouvirmos. Para deixarmos a nossa voz interior falar connosco.

E seguirmos o nosso caminho.

Um livro que nos diz para acreditamos sempre em nós!

Um livro que nos diz que enquanto não nos amarmos a nós mesmos da maneira que somos, mais ninguém nos amará.

Sermos quem realmente quem somos sem que ninguém nos transforme naquilo que não somos!

Escrevo um pequeno excerto para vos deixar aquela vontade de ler este livro que recomendo!

 “Tal como o mar avança e recua, também nós avançamos e recuamos com a maré da vida (...) Nos braços da fraqueza está a força, ansiosa por se libertar. Na opressão da dor está o prazer, esperando apenas ser. E no caminho dos obstáculos está a oportunidade (...) A experiência nem sempre é a verdade, pois é colorida pelos olhos através dos quais é vista. É no silêncio da nossa mente que ouvimos a verdade (...) Cada novo momento é um banquete de possibilidades novas. (...) E tudo o que é, em breve será tudo o que foi.”

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publicado por Ana Cristina Gomes às 14:07

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Sexta-feira, 14 de Junho de 2019

Robert Fisher "O Cavaleiro da Armadura Enferrujada"

Uma quente tarde de maio. Um encontro de longas amizades. Aquelas que nos conhecem e nos presenteiam com livros que sabem ser um espelho de nós. Desconhecia a existência de “O Cavaleiro da Armadura Enferrujada”, um cavaleiro na descoberta do seu caminho da verdade. Um conto de palavras poéticas e sentimentos profundos quando nos lemos a nós mesmos naquelas páginas, naquelas vivências, naquelas experiências. Uma história que nos aconchega na sua simplicidade na grandiosidade das obras-primas que nos tocam a alma.

Um cavaleiro que vive na e para a sua armadura que o protege nas cruzadas a fazer o bem. Mas só olha para si numa atitude inconscientemente egoísta. Tanto que não tira a armadura. A mulher e o filho já não o conhecem. Nem o seu rosto veem. Inclusive, nem para comer tira o capacete. Até o dia, num ultimato da mulher, percebe que a armadura está enferrujada e não consegue tirá-la. Esse é o momento em que, com a ajuda de Merlin, começa a trilhar o seu caminho da verdade.  

Uma procura interna de quem somos, das barreiras que criamos perante um mundo exterior sem ouvirmos o nosso mundo interior. Barreiras que nos impedem de nos conhecermos e amarmos a nós mesmos.

 Um percurso de vida e da verdade de quem somos. Os medos. O que guardamos cá dentro. O abismo e a solidão das escolhas fáceis e supérfluas.

Aprender a escutar o nosso silêncio. A enfrentar os nossos fantasmas e demónios.

O caminho da verdade, aquele que nos leva ao topo de uma montanha de felicidade, fé, amor e prosperidade verdadeira.

Deixo algumas frases marcantes deste livro que nos deixam a pensar depois de fecharmos o livro.

“ O Caminho da Verdade... três castelos que te bloquearão o caminho... O primeiro castelo chama-se Silêncio; o segundo, Conhecimento; e o terceiro, Determinação e Coragem. Uma vez no seu interior, só encontrarás a saída depois de aprenderes aquilo que lá deverás aprender."

“Colocamos barreiras para nos proteger de quem acreditamos ser. Então, um dia, estamos presos atrás das barreiras e não podemos mais sair.”

 “Nunca havia apreciado o que acontecia no momento. Durante a maior parte de sua vida, não havia escutado realmente a ninguém nem a nada. O som do vento, da chuva, o som da água que corre pelos riachos, haviam sempre estado ali, mas na realidade nunca os havia ouvido…”

“O cavaleiro chorou mais quando compreendeu que, se não se amasse, não poderia realmente amar os outros. A necessidade que tinha deles era um obstáculo. Nisso apareceu o mago e lhe disse: somente poderá amar os outros à medida que ama a si mesmo”.

 “Permanecer em silêncio é mais do que não falar”.

Um livro de uma raridade excecional. Sublime e intenso. Um livro para ler e reler em diversas fases da nossa vida. Um livro para nos fazer parar e pensar.

Um livro que todos mas mesmo todos nós devíamos ler.

Leiam e pensem no vosso caminho da verdade! E se lá no fundo somos ou não o cavaleiro da história!

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:18

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Sábado, 8 de Junho de 2019

Dezasseis dias!

E depois de um e dois dias.
E depois de cinco e seis dias.
E depois de nove e dez dias.
E depois de treze e catorze dias.
Depois de tantos dias. Dezasseis dias contei eu nestes dedos. E voltei a recontar para ter a certeza.
E depois desses arrastados dezasseis dias, o estômago revolve-se-me por entre as palavras que me queimam. Ainda vens longe e já o pneu na estrada me esmaga os sentidos.
E depois desses dias todos que tantos foram as pernas tentam segurar-me no meu desmaiar quando sorris. Nunca olhei para o relógio nos dias que foram para não sentir essa saudade tua que tinha em mim. Porque a memória do teu sorriso não me larga. Nem a borracha do tempo te apaga de mim.
E depois de esses duros dias, estavas ali parado. De costas para ti. Ver-te. A força das tuas mãos. Querer agarrar-te. Perder-me para me encontrar em ti.
E depois de tantos dias, dezasseis, contei eu, um a um, o reviver os fins de tarde. O vento, o frio que nos gela as mãos, o regresso a casa e tu.
E depois dos dias gritantes, a tranquilidade das nossas conversas silenciosas. O teu sussurro ali tão perto. Escondido que só eu ouvi.
E depois de dezasseis dias sem o teu rosto nos meus olhos voltei a sentir a vida pulsar nesta alma minha.

Imagem : Internet

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publicado por Ana Cristina Gomes às 22:23

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Segunda-feira, 3 de Junho de 2019

Ed Sheeran...Um concerto simples, genial e épico!

Ainda sinto a pele tão arrepiada. Como se não tivesse dormido. Como se ainda estivesse ali no estádio naquele concerto que nos encheu alma de tão poderoso que foi.
Um homem em palco. Ele e nós. Nada mais que isso. Vá lá, e uns ecrãs enormes, porque a malta precisava de o ver.
Um cantor sozinho. Acompanhado pela sua guitarra. Um duo perfeito na perfeição que foi esse concerto. Nada de show off, de adereços. De luzes ou brilhos. Ele e a sua música.
Um hino à simplicidade. À honestidade de sermos genuínos.
Uma moldura humana que nos fica nos olhos. Uma emoção indescritível. Apenas acho que tantos de nós devíamos largar os telemóveis. Não passar o tempo todo do concerto a filmar. Deixar o telemóvel no bolso e sentir a música entrar no corpo. Vibrar. Sentir cada acorde no coração. Gritar. Porque o momento fica gravado na nossa alma. Na emoção que sentimos. E não no telemóvel que um dia destes se perde. Mas o momento ficou comigo. Por isso as fotos são tão poucas.
Aprendamos nesta simplicidade a deixar fluir o nosso eu. Soltar e viver cada música. Não ficar ali parado a olhar como se fosse mais um concerto daqueles normais. Porque não o foi. Foi um concerto épico feito apenas com um herói.
Ainda estou maravilhada com tamanha simplicidade. E cada vez gosto mais disto de sermos simples.
Porque a simplicidade pode ser genial.
E Ed Sheeran foi isso....simples e genial.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 09:14

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Quinta-feira, 30 de Maio de 2019

Dia da espiga!

Manhã de espiga. Dia de tradições. Memórias do tempo nas minhas mãos.
O plantar e colher as flores da vida.
O renascer da esperança.
As cores para pintar a alma.
As pétalas dos sonhos.
O ouvir a melodia dos pássaros que voam alto no céu.
Lembrar-me de ti, avó querida, tão perto desses pássaros teus. Das flores do teu jardim. Do cheiro das nossas memórias.
A espiga. A saudade. Sentir-te. Sorrir porque me deixaste as sementes para ser quem sou.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 09:25

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Terça-feira, 28 de Maio de 2019

Cabelos brancos!

Cada cabelo branco que encontro em mim é um espinho que me arranha a alma. Que me dói no tempo que me envelhece o corpo. A vida que passa na cor que se perde. Sem nunca te ter trazido. A ti, amor meu, que pinta os cabelos brancos de sorrisos e memórias.
Cada fio de cabelo branco que vejo nessa barba tua é o destino que nos armadilha os reencontros sem que a vida tenha tempo de nos deixar abraçar.
Porque o tempo está a envelhecer-nos sem que estes cabelos brancos sejam memórias nossas.
Apenas são a tristeza de um tempo que nos trouxe e nos afastou.

Imagem : Internet

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publicado por Ana Cristina Gomes às 09:43

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Quinta-feira, 23 de Maio de 2019

Silêncio!

Há um silêncio que nos petrifica. Que nos gela os gestos. Que me baixa os braços da esperança.
Há um silêncio que nos assombra. Que dói. Ah e que dor tão lancinante é esta que dilacera a alma. O nosso silêncio que explode os ouvidos nesse agudo agoniante. Sinto-me surda de tantos gritos meus que fazem eco e rebentam sem voz.
Há um olhar que nos grita e nós não ouvimos. Dissimulamos. Olhos que gritam para acordamos e não continuarmos adormecidos nesta aparente fingida indiferença.
Há um silêncio no olhar. Que é dor. Os gritos da alma que tentam abanar os nossos corpos.
Mas ali ficamos parados sem nada dizer. Neste nosso silêncio surdo que nos petrifica o medo.

Imagem : Internet

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:07

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Quarta-feira, 8 de Maio de 2019

Carlos Ruiz Zafón "As Luzes de Setembro"

Era uma manhã de uma primavera salpicada de uma chuva de inverno. A tentativa de  equilíbrio no comboio entre o saco no braço e o livro na mão. As últimas páginas. Uma lágrima. Não consegui largar o livro até o derradeiro ponto final.

De todos os livros da Trilogia Juvenil “A Neblina”, este “As Luzes de Setembro” é o meu preferido. Já se nota um Zafón a treinar a mestria da escrita e do suspense. Um enredo fantástico e imaginário mais coerente. A analogia ao que somos. As nossas sombras. E tocou-me particularmente, pois embora, as personagens principais sejam jovens, aborda o tema da solidão, algo que não escolhe idades.

De forma muito simples e sem entrar em grandes detalhes para não estragar o efeito surpresa, posso dizer que esta história - as páginas deste livro, porque parte da história começou muito antes – quando Simone e os seus dois filhos Irene e Dorian, em 1937, chegam à costa de Inglaterra, Cravenmoore, para uma nova vida, depois da morte de Armand Sauvelle, pai de Irene e Dorian.

Simone será governanta de Lazarus Jann, um misterioso fabricante de brinquedos. Irene irá estreitar laços com Ismael, um jovem marinheiro e os dois viverão grandes aventuras ao longo do livro com um farol como cenário de tantos episódios deles e não só. Sem nunca esquecer a tagarela Hannah que nos fará rir e muito chorar.

A partir deste momento serão mutos os momentos de suspense, de intriga e mistério. De muitas dúvidas que Zafón consegue desencadear no leitor “como é possível?”, “o que é isto?” ou simples exclamações de emoção “oh não….”, “não pode ser”. Às vezes quase nos sentimos ameaçados como as personagens ou a querer fugir dali.  Uma escrita já com elevados níveis de adrenalina. E sempre com muito negro e neblina a envolver as palavras.

Esta história fala muito de sombras, mas mesmo num patamar de leitura fantástica, a verdade é que podemos estabelecer um paralelismo às nossas sombras, os nossos medos, enfrenta-las para que nunca nos matem. Para que nunca sejam sombras malditas.

Depois de muita correria por entre os parágrafos, fechamos a trilogia com um final negro com as cinzas de um incêndio que poisam nos nossos olhos. O queimar para purificar.

Mas fica aquele sinal de esperança, aquela lágrima que caiu na última página, quando o amor de Irene e Ismael não se perdeu com a distância após aquela noite de ameaças e destruição.

Ao contrário da tetralogia “O Cemitério dos Livros Esquecidos” que deve ser lida pela sua ordem, esta trilogia pode ser lida em separado, por isso recomendo este livro para dias e noites de chuva como estes últimos dias.

Um autor a trabalhar para ser aquele mestre que vimos em “A Sombra do Vento” num livro que lá no fundo nos pode deixar a pensar.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:33

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Quinta-feira, 2 de Maio de 2019

Olhar o mar!

Sabes, não te tenho escrito nestas minhas palavras. Nem aqui, nem naquele canto que tornei só teu. Foram horas de dias pintados de verde-azul, de árvores e mar. Desligar o interruptor da mente para outras realidades. Mas como consigo desligar de ti? Não me lembrar dos teus olhos mel-outono. Do teu sorriso sedutoramente obsceno. Tornou-se demasiado difícil não pensar em ti desde aquela tarde. A minha alma guia-se por ti. Seja rumo ao meu caminho ou ao abismo de não compreender porque sinto isto. O mar amigo meu diz-me para sentir como a brisa que baila nas ondas. Deixar ir, voar. Custa levantar voo. Sobretudo sem ti ao meu lado. Sem ti. Sozinha. Sem esperança no aconchego de um amor que nunca chegará.
Às vezes, confesso a este mar, tento não pensar em ti. Quando os meus passos acordam já estou lá, ali para te ver. E quando sei que estarás lá e os nossos relógios se desencontram, os joelhos tremem numa agonia lancinante. Tenho medo de não saber se amanhã te irei ver. É um aperto que sufoca. Por isso, o meu tempo é meu e teu. Um minuto que seja a olhar para ti é um minuto que a vida me ofereceu. Tenho colecionado vida para depois te recordar. Aqui junto ao mar. Contigo nas minhas memórias. Não quero mais memórias. Apenas a tua.
Sento-me a ver este mar, longe de tudo. De todos. Apenas eu e a solidão. Ali as duas, sentadas lado a lado. De costas porque a solidão tem vergonha. A solidão dói. A solidão chora. Olhamos para o horizonte e penso se algum dia a solidão partirá e te deixará a ti sentado ali. Sabes, acho que não. Que ficarei ali numa eternidade a envelhecer numa espera infinita. Ali sozinha. Eu e a solidão. Eu e o mar. A escrever-te no meu coração. A chorar lágrimas de sal. Aquelas que guardo quando te desvio os olhos de mim.
Choro para crescer. Já cresci. E continuo a chorar nos braços deste mar para crescer ainda mais. Para ser forte e não precisar de um abraço-casa para sentir que tudo vai correr bem. Porque a solidão é a minha casa onde vivo desde sempre. E agora com vista ao mar, para a solidão ser a minha tranquilidade.
Sabes, não escrevi um desejo meu para lançar ao vento e levar às estrelas. Escrevi o teu nome nas nuvens e sussurrei para seres sempre feliz nesse teu mundo de princesas encantadas. Eu fico bem junto ao meu amigo mar. Sossegada a ver-te ser feliz.
Sabes não te escrevi estes dias, mas não houve um minuto que a minha alma não te tenha escrito longas cartas para te sussurrar quando te visita nos teus sonhos.
Sabes, confesso ao mar, acho que me apaixonei pela tua alma.
E eu fico ali de olhos perdidos no mar à procura do mapa da minha vida.

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publicado por Ana Cristina Gomes às 23:34

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