Domingo, 9 de Outubro de 2016

A frase mágica do dia

«Nenhuma relação profunda é fácil.» Eugénio de Andrade

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

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Sábado, 8 de Outubro de 2016

A frase mágica do dia

«Aquilo que não me mata torna-me mais forte.» Nietzsche

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

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Sexta-feira, 7 de Outubro de 2016

A frase mágica do dia

«É errado pensar que o amor vem do companheirismo de longo tempo ou do cortejo perseverante. O amor é filho da afinidade espiritual e a menos que esta afinidade seja criada em um instante, ela não será criada em anos, ou mesmo em gerações.» Khalil Gibran

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

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Quinta-feira, 6 de Outubro de 2016

A frase mágica do dia

«Há só uma coisa que eu temo: não ser digno dos meus sofrimentos.» Dostoiévski

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

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Quarta-feira, 5 de Outubro de 2016

Julia Navarro "Diz-me quem sou"

Um livro com páginas que achei que me iriam acompanhar durante semanas e semanas a fio, mas que enganada estava. Foi, apenas, preciso, ler as primeiras páginas e encantar-me com a história de Amelia. Encantei-me e mais não a larguei. Todos os minutos dos segundos livres, corria para as palavras de uma vida intensa que foi a vida desta mulher forte, corajosa, mas tantas vezes rodeada de drama. Tudo era desculpa para ler mais um pouco porque ansiava conhecer todos os passos de Amelia. Entranhou-se tanto em mim, que ainda não me consigo despedir de Amelia e da sua história.

O livro inicia-se com a tentativa de uma família saber mais da sua antepassada, Amelia, que abandonou o filho quando este tinha apenas meses. Talvez o que parecesse um processo algo enfadonho, tornou-se para Guillermo um vício difícil de por de lado. A história da sua bisavó contada por quem a conheceu e por outras personagens interligadas com essas pessoas que conviveram de perto com esta espécie de heroína. Desde a Guerra Civil Espanhola até à queda do Muro de Berlim, Guillermo e nós viajamos por todos os locais por onde Amelia passou e conhecemos as pessoas que nos contam parte da sua vida, sempre conduzida por um fio cronológico sem permissão para saltos ou recuos. Cada momento no seu devido tempo.

Ficaremos encantados com a determinação de Amelia ao lutar pelos seus ideias, na Guerra Civil Espanhola ou na 2ª Guerra Mundial. Sofremos com ela na Rússia e nos campos de concentração da Alemanha em plena guerra. Sentimos as suas dores ao ser torturada. Sentimos a mágoa que nunca abandona o livro pela culpa de ter deixado o seu filho ainda com meses e nada viu da sua vida. Sentimos o peso na sua consciência por ter posto Max numa cadeira de rodas. Uma vida cheia de um ritmo ofegante, sem tempo para respirar, vivida numa constante agitação que quem nunca parou.

Um pequeno apontamento do que este livro nos conta, e sempre na dúvida se Amelia ainda será viva! Mas as entrelinhas ajudam a aguçar a curiosidade pelas páginas finais!

Um livro que pode assustar pelo número de páginas e o seu volume, mas assim que o olhar percorrer as linhas de vida de Amelia, não mais vão parar e vão sentir-se tantas vezes, ou mesmo sempre, como Guillermo, viciado na história da sua bisavó.

Embora Amelia não seja a minha bisavó, senti-me um Guillermo intruso, sempre ávido por saber mais e mais, porque existe um momento em que sinto Amelia como a minha bisavó.

Um livro e uma história que não deixará ninguém defraudado!

Diz-me quem sou.jpg

publicado por Ana Cristina Gomes às 21:21

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A frase mágica do dia

«Aquilo a que chamamos felicidade consiste na harmonia e na serenidade, na consciência de uma finalidade, numa orientação positiva, convencida e decidida do espírito, ou seja na paz da alma.» Thomas Mann

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

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Terça-feira, 4 de Outubro de 2016

A frase mágica do dia

«Há coisas que nos levam a perder a razão, caso contrário é porque já a perdemos.» Lessing

publicado por Ana Cristina Gomes às 07:00

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Segunda-feira, 3 de Outubro de 2016

Papel rasgado

Encontro um papel perto da almofada onde adormeço os meus sonhos nas noites que me envolvem. Tinha o teu nome escrito num desejo há muito desaparecido.

Rasgo esse pedaço de papel porque já rasguei as recordações que guardava de ti por não querer mais lembrar-me desse inútil desejo que um dia viveu em mim.

Um desejo que só me iria fazer perder tempo num tempo já perdido e que não quero voltar a perder esse tempo de mim na inutilidade que foi amar-te. Não quero continuar a perder-me porque amar-te foi perder-me de mim mesma.

Rasguei esse desejo a tempo de ainda ter tempo para poder sonhar e voltar a encontrar o sorriso que me roubaste!

Rasgo o papel em milhentos pedaços e deixo que o vento sopre e leve para longe as tuas recordações de que nada me servem!

Porque esse papel rasgado devolveu-me o tempo de ser eu em mim!

papel vento.jpg

publicado por Ana Cristina Gomes às 21:29

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Domingo, 2 de Outubro de 2016

Uma manhã de domingo!

Amanhece na manhã escura que me acorda para um domingo. Saio quando a madrugada se despede da noite para as boas-vindas a mais um dia, ainda de sol neste outono que dá os primeiros passos. Apanho o comboio com destino a uma manhã de desporto, uma caminhada ou corrida nos risos e gargalhadas de amizades que crescem assim por acaso.

No caminho observo um sol que nasce no horizonte no brilho dos sonhos que brilham em nós. Vejo os raios desse nosso sol refletido no rio que corre na serenidade na paz de uma manhã de domingo. Fecho os olhos e sinto o calor que toca na janela tocar em mim abraçando-me. Um abraço doce e apertado no conforto que me envolve. Minutos de segundos de momentos de pura tranquilidade em mim. Momentos meus com sensações não partilhadas.

Na espera da caminhada, atravessar a ponte com Lisboa no horizonte, a beleza de uma cidade bela envaidece-me de ser a minha cidade. Olho para os lados e continuo a ver este meu rio que me sussurra ao ouvido como a vida pode ser tão deliciosa nestes momentos. Ao meu lado ouço risos e sorrisos, e sorrio e rio nas conversas tão banais mas que tantas vezes são as mais profundas, porque nelas está uma genuinidade difícil de encontrar.

Momentos que guardo. Momentos que já não podem ser roubados!Momentos que quero repetir. Pessoas que encontrei e que não quero perder! Porque é disto que a vida é feita!

20161002_093125.jpg

publicado por Ana Cristina Gomes às 20:15

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