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O sopro mágico das palavras

O sopro mágico das palavras

A coleção de cromos Gorjuss

Não é segredo para quem me conhece que adoro a tão famosa Gourjuss, uma criação da Suzanne Woolcott. Gosto de olhar estes retratos que captam momentos, congelam uma figura, um olhar, captando toda a sua essência. Uma aparente inexpressividade de momentos guardados que nos deixam hipnotizados. A sua beleza rara, única e diferenciadora torna-as tão ricas e impossível de não admira-las profundamente.

Todo o merchandisng que nasceu à volta da Gourjuss é simplesmente sublime. Cadernos, canetas, lapiseiras, bolsas, malas, puzzles, caixas e todo um mundo sem fim que nos tenta ao entrar numa papelaria. E como adoro cair nesta doce tentação.

Um dia destes, numa manhã de trabalho, deparei-me com a nova cadeneta de cromos. Vi que o preço até era acessível e lá comprei eu a caderneta só para ver como era. Bastou abrir para me perder naquelas páginas encantadas. Bastou abrir a primeira saqueta de cromos e ver uma diversidade de retratos para me apaixonar ainda pela Gourjuss. Cada cromo mais bonito que o outro. A harmonia nos retratos. O parar nas páginas por preencher. Por isso esqueci a idade que o cartão de cidadão me diz ter e fui chamar a minha criança interior. Sem vergonha de comprar saquetas de cromos. Sem pudor de me deliciar a abrir cada saqueta e colar cada retrato no seu lugar. Sentir-me enfeitiçada pelo brilho. A alegria de ver a caderneta a ficar completa. A ansiedade saudável de procurar os números em falta. Os 10 minutos da terapia de final de dia só meus e da Gourjuss. Eu, a minha criança e os cromos Gourjuss.

Como são deliciosos estes meus momentos da minha criança interior com a Gourjuss. Quero essa minha criança sempre a existir em mim.

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