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O sopro mágico das palavras

O sopro mágico das palavras

Dia 14 de confinamento e uma pitaya

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Dia 14 do confinamento. Já lá vão duas semanas de casa e casa.
Hora de almoço. Depois de rever caderno de encargos, de duas reuniões e uma aula de cardio, sentar à mesa. Comer com calma. Porque os dias nos pedem que estejamos tranquilos nos nossos momentos.
Numa das minhas muitas idas frequentes à frutaria, vi esta fruta, de seu nome pitaya. Não a conhecia. Nunca a tinha provado. De preço pouco apelativo.
Desconhecia o que era e os seus benefícios. Olhei para ela, para a sua cor vibrante de amor. Fiquei de olhos fascinados. O rosa tão forte que se colou às minhas mãos.
Apenas trouxe metade, era estranha para mim esta fruta se agarrava ao meu ser numa ânsia de a pôr no saco. Tinha passado por ela uma, duas, três vezes. De hoje não escapava.
Hora de almoço em confinamento. Sem partilhas de receitas ou experiências entre colegas. Mas não é por isso que deixamos de ir à aventura de novos sabores. Novas descobertas de aromas. Confinamento não é fechar o mundo.
Olhei para esta fruta porque me lembrou o amor. E esse doce sabor de amor conquistou-me.

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