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O sopro mágico das palavras

O sopro mágico das palavras

Ler-te nas estrelas!

Leio-te nas estrelas acomodadas neste nosso céu. Leio o que os astros escrevem de ti. Dizem que te conheço. Que sempre te conheci. Que te reconheço em qualquer rosto. As estrelas sussurram-te ao meu ouvido, fecho os olhos, recordo-te para não me voltar a esquecer de ti até ao novo reencontro. Nunca me esqueço de ti. Mesmo antes de nos cruzarmos tenho as tuas memórias guardadas prontas a reabrirem-se no teu olhar. Mas preciso de te voltar a amar já. Neste instante. Neste momento. Não amanhã. Agora! Tenho urgência de ti em mim. Pergunto às estrelas se te posso amar neste agora, e simplesmente ignoram-me. Para quê uma resposta, se já te amo como sempre te amei e voltarei a amar. E amo qualquer rosto em que desenhes a tua alma. Sei porque vejo os astros no céu a desenhar as nossas almas juntas no infinito do tempo. Só não sei se os nossos corpos poderão estar juntos no agora em que vivemos. Anseio pelo desejo do teu corpo em mim. Preciso de te sentir. Quero amar-te porque as nossas almas já são umas eternas amantes. Preciso de ti. Neste instante! Neste momento. Não amanhã. Agora!

Pergunto às estrelas quando irão escrever este amor escondido no rasto de brilho que salpica o céu. E a isso não me respondem, deixando-me na ignorância de uma espera que já não consigo aguentar em mim.

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