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O sopro mágico das palavras

O sopro mágico das palavras

#opinião# Paula Hawkins "A Rapariga no Comboio"

A noite silencia-se na rua. O relógio marca minutos depois da meia-noite e aqui estou eu, envolvida no cobertor e de livro na mão, a terminar A Rapariga no Comboio, pois está a ser difícil largar a história nestas últimas 50 páginas. Momentos de clímax da narrativa em que a leitura nos agarra às palavras na ânsia de saber o desfecho da história e se as nossas suspeitas se concretizam.

Este livro é um fenómeno de vendas, de leitura fácil, numa história que prende e agarra. Rachel, nas suas viagens diárias de comboio, vai desenhando na sua mente filmes e enredos de personagens que vê passar enquanto o comboio não para. Até ao momento que se vê envolvida numa sequência de acontecimentos num thriller psicológico. Um livro que aborda o tema do álcool e de como pode destruir vidas. Um livro de suspense que não nos deixa respirar. Um livro como muitos jogos psicológicos em que é colocada a ênfase da história.

Por ser um suspense policial, é difícil revelar muito mais do livro, pois o pouco que se possa escrever, vai servir como pistas para quem ainda não leu.

Quem quiser uma tarde de inverno com uma leitura emocionante, tem neste livro, uma boa escolha.

Porque vamos vivendo os jogos que se jogam no livro e tentar compreender o comportamento das personagens. Porque estaremos em todos os momentos que acontecem no decorrer da história sob o prisma de cada personagem, por isso o leitor é privilegiado para mais facilmente perceber o que se passou naquela estranha noite de sábado!

E depois do livro, venha o filme!

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