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O sopro mágico das palavras

O sopro mágico das palavras

Vida! Gostava de te perdoar!

Vida. Gostava de te perdoar.

Vida. Gostava de te perdoar por um dia me teres afastado do meu único e incomparável amor. Aquele que amarei sempre no sempre do existir. E que volto a amar cada vez que o vejo.

Vida. Gostava de te perdoar por me teres matado e arrancado esse amor de mim. Por teres despedaçado esta alma que ainda vagueia perdida no meio dos seus fragmentos. Que precisa desse amor para se reencontrar.

Vida. Gostava de te perdoar para estar em paz. Como gostava de sentir a sensação de tranquilidade no meu coração. Deve ser um sentimento tão sublime como aquele que sinto por aquele que amo.

Vida. Gostava de te perdoar, mas só no dia em que me devolveres o amor que me roubaste e agora me fizeste reencontrar. Nesse dia, vida, irei perdoar-te por me teres feito caminhar no tempo com esta ferida a sangrar dentro de mim.

Vida. Só quando abraçar novamente o meu amor e voltar a estar em casa nos seus braços. Nesse momento, vida, irei sorrir-te. E o meu sorriso será o teu perdão.

Até lá não te conseguirei perdoar pela dor que me infligiste e que nem o tempo a faz apagar de mim.  E cada vez que olho para esse amor sem poder estar com ele, por mais que queira, desculpa, vida, mas não consigo mesmo perdoar-te.

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